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GOLDFISH

GOLDFISH assume a alienação enquanto aspecto norteador político-estético.

Ao instituir o delírio da solidão compulsória como saída ao esvaziamento das relações, ato de objetivação que expropria o humano de sua humanidade tornando-o estranho a si mesmo e ao outro, priva a humanidade de conformar seus próprios contornos.

Em GOLDFISH iremos desconfigurar o apartamento, como habitat natural do proletário contemporãneo, e apresentar o entorno enquanto estado subjetivo.

Assim, pretendemos habilitar a audiência a um mergulho solitário em uma camada da existência onde não esteja lúcida a relação espaço-temporal daquele que poderia ser um peixe dourado; o possível merecedor de nossa empatia.

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DANÇA, DIREÇÃO E ROTEIRO ALEXANDRE AMÉRICO | MÚSICA OLIVER ORTIZ | ASSISTÊNCIA DE PALCO ANA VIEIRA | FIGURINO ALEXANDRE AMÉRICO | ILUMINAÇÃO ANDERSON GALDINO |CÂMERA LABORATÓRIO GUSTAVO LETRUTA | EDIÇÃO E MONTAGEM DE VÍDEO SAMUEL OLIVEIRA | ARTE GRÁFICA YAN SOARES | FOTOS DIVULGAÇÃO BRUNNO MARTINS | CÂMERA CASEIRA RODRIGO LACAZ | CÂMERA AÉREA E SUBAQUÁTICA IGOR SILVA | OPERAÇÃO DE CÂMERA AO VIVO MYLENA SOUSA |PRODUÇÃO CELSO FILHO - LISTO! PRODUÇÕES ARTÍSTICAS | ASSESSORIA DE IMPRENSA ROSA MOURA

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