CINZAS AO SOLO

Ao utilizar a metáfora do ser que caminha devorando o mundo, o bailarino inicia a busca pela sensação de comunhão com o todo, de ancestralidade, de atemporalidade.

 

Em seu percurso criativo, o artista mergulhou em diversos locais de natureza exuberante, lugares sagrados quase nunca tocados, lugares de silêncio e força na tentativa de tocar o invisível, de encontrar o ancestral, o primeiro e o último homem que dançou.

 

 

Cinzas ao Solo é a exposição, por meio da linguagem da improvisação em tempo real, da dança que é vida e morte. O instante da dança no qual nada mais existe a não ser ela própria.

 

Nesta peça, o público será convidado a participar de uma experiência sensível e genuína, onde o ato de se sacrificar pela dança, de morrer e viver pelo o que se acredita deverá ser premissa.

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DANÇA E COREOGRAFIA ALEXANDRE AMÉRICO | DIREÇÃO ARTÍSTICA MATHIEU DUVIGNAUD | DRAMATURGIA MORVAN FRANÇA | LUZ LAURA FIGUEIREDO | TRILHA SONORA TONI GREGORIO | VOZ IONARA MARQUES | VIOLONCELO CAROLINA RODRIGUES | ADEREÇO JÔ BONFIM | EXPOSIÇÃO MORVAN FRANÇA | IMPRESSÃO DE FOTOGRAFIA ESTÚDIO P. | FOTOGRAFIA DIVULGAÇÃO BRUNNO MARTINS | PRODUÇÃO CELSO FILHO - LISTO! PRODUÇÕES ARTÍSTICAS | DESIGN YAN SOARES