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PIÊN

No conjunto das línguas originárias às quais nomeamos Tupi, reencontramos o PIÊN como coração símbólico para esta dança que parece dar um nó e torcer, em espiral, o tempo desenfreado do mundo adulto.

 

A partir do mergulho nas paisagens da neurodivergência, esta peça, com pesquisa desenvolvida por Alexandre Américo (artista com TDAH e AH/SD) e Pedro Vitor (PCD - TEA), é a instauração processual e reencantada da relação desses artistas e suas jornadas pessoais de compreensão do que entendemos por neurodiversidade e seus modos de ser.

 

Com uma poética acessível e endereçada às crianças atípicas, esta performance de jardim se pretende a um compartilhamento visual-tátil-sonoro de natureza branda, sensível às questões neuroperceptivas de crianças dentro do espectro autista.

 

Desse modo, o PIÊN conflui o pulso das fabulações que se demoram para nos lembrar, em tempo dilatado, o que jamais deveríamos esquecer: que a diferença é o coração de todas as coisas.

DURAÇÃO: 50 min
 

FAIXA INDICATIVA: Crianças a partir de 0 ano.

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CONCEPÇÃO E COREOGRAFIA ALEXANDRE AMÉRICO E PEDRO VITOR | DANÇA ISABELLE MACIEL, WANDERSON FERREIRA, ANDERSON FENTY, SÉRGIO GADELHA, VENICIUS OLIVEIRA, VICTÓRIA POZZAN, MATEUS TAVARES E THAÍSSA BERTOLDO | FIGURINO EDSON SOMBRA | FIGURINO MATEUS TINOC

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